Assim não dá. Suplentes do Dortmund ficam pelo balneário devido ao calor

A primeira edição do novo formato do Mundial de Clubes está a ser marcada pelas difíceis condições climatéricas, que se fazem sentir nos Estados Unidos. A partida entre os sul-africanos do Mamelodi Sundowns e os alemães do Borussia Dortmund é mais um episódio insólito que explica isso mesmo.

 

O encontro teve lugar em Cincinnati, com o pontapé de saída a dar-se às 12 horas locais. À essa altura, o um calor abrasador no Estádio TQL obrigou os suplentes do Borussia Dortmund a tomarem uma decisão. Na 1.ª parte, esses jogadores ficaram recolhidos no balneário do recinto a assistir o jogo pela televisão, enquanto os companheiros lidavam com as altas temperaturas em campo.

Nas redes sociais, o emblema alemão colocou uma fotografia do momento, com a seguinte legenda: “Nunca tínhamos visto algo assim antes, mas com esse calor, faz todo o sentido.”

O Dortmund garantiu uma vitória muito suada, por 4-3, perante a equipa comandada pelo português Miguel Cardoso, ex-Rio Ave. Os alemães assumiiram ainda que de forma provisória a liderança do Grupo F, com 4 pontos, mais um do que o  Mamelodi Sundowns. Os brasileiros do Fluminense e os sul-coreanos do Ulsan irão medir forças, este sábado, pelas 23 horas (horário de Portugal Continental).

Miguel Cardoso assustou, mas somou primeira derrota no Mundial de Clubes

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Mamelodi Sundowns chegou a abrir a contagem no encontro diante do Borussia Dortmund, mas acabou por sucumbir à maior qualidade do gigante alemão. Sul-africanos tinham ganho na última ronda da competição.

Rodrigo Querido | 18:57 – 21/06/2025

Clima adverso. Um desafio no Mundial’2026

As equipas europeias têm manifestado o seu desagrado com o planejamento logístico e os horários escolhidos para as partidas do Mundial de Clubes. Nos jogos realizados até então, as altas temperaturas, principalmente no verão, estão a impactar diretamente o desempenho dos atletas e a qualidade do espetáculo.

“Está um calor incrível para os espetadores no estádio, por isso imaginem como é difícil para os jogadores. Os 32 graus são à sombra, ao sol é ainda mais. Não são desculpas, mas sim uma explicação. É muito difícil para os europeus. Os jogadores do sul têm mais facilidade, porque estão habituados a estas temperaturas», sublinhou o treinado Niko Kovac, do Borussia Dortmund.

“É impossível, um calor horrível. Os meus dedos estavam doloridos, doíam-me as unhas. Não conseguia travar ou arrancar. É inacreditável”, contou o médio Marcos Llorente, após alinhar na goleada (0-4) sofrida pelo Atletico de Madrid ante o PSG.

Marcos Llorente queixa-se do calor nos EUA:

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Médio espanhol conta como está a ser a experiência de jogar o Mundial de Clubes em solo norte-americano.

Notícias ao Minuto | 17:41 – 16/06/2025

A época 2025/26 será marcada por mais uma edição do Mundial, agora por seleções, novamente em solo norte-americano, contando com a contribuição do México e Canadá.

 

Fonte: www.noticiasaominuto.com

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