De acordo com a Declaração Anual da Direção-Geral das Artes para 2025, este programa de apoio deveria ter aberto até ao final de setembro, mas a portaria conjunta da tutela da Cultura e das Finanças a autorizar o montante só foi publicada na segunda-feira.
A portaria foi assinada em 12 de setembro pelo secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, mas só em 08 de outubro pelo secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito.
Esta será a segunda edição do programa de apoio a projetos da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), que, num primeiro momento, abrangeu 19 iniciativas de entidades como a Culturgest, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas, o Museu de Arte Contemporânea da Madeira, a Bienal de Cerveira, a Associação Appleton ou o Theatro Circo.
Nesse programa de apoio, que abriu no final de 2023 também com uma dotação de dois milhões de euros, ficaram sem apoio cinco candidaturas.
De acordo com o ‘site’ da RPAC, a rede pretende afirmar-se como “uma estrutura que reúne toda a criação e produção de arte contemporânea portuguesa e que apoia artistas e criadores, bem como dinamizadores públicos e privados”, para além de se estabelecer como “uma rede potenciadora da divulgação nacional e internacional dos artistas e criadores portugueses e das diferentes coleções públicas e privadas existentes em Portugal”.
Neste momento, é composta por 73 entidades que congregam 82 equipamentos e 52 coleções.
Na segunda e terça-feira, a Direção-Geral das Artes vai promover o segundo encontro da RPAC, em Santo Tirso, durante o qual serão apresentados os projetos apoiados na primeira edição do programa de apoio, assim como esta segunda edição.
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