“Somos duas organizações regionais que partilham os mesmos objetivos: construir a paz, a estabilidade e a prosperidade através da cooperação e da integração”, referiu Costa, em comunicado.
Considerando que ambos os blocos querem reforçar a segurança, o comércio livre e a conectividade, António Costa acrescentou que a participação da União Europeia (UE) nesta cimeira “é um sinal importante do aprofundamento das relações UE-ASEAN”.
“É o reconhecimento da UE como um parceiro fiável e previsível”, frisou na mesma nota informativa.
Estão previstos encontros à margem da cimeira.
Entre os líderes mundiais que vão participar no evento constam o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o primeiro-ministro da China, Li Qiang, o Presidente do Brasil, Lula da Silva, o Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, entre outros.
A ASEAN, fundada em 1967 por cinco países – Indonésia, Malásia, Filipinas, Singapura e Tailândia — junta atualmente 10, com a adesão do Brunei, Camboja, Laos, Myanmar e Vietname.
Esta cimeira ficará marcada pela adesão de Timor-Leste à ASEAN.
Com 676,6 milhões de habitantes, a ASEAN é a terceira região mais populosa do mundo, a seguir à Índia e China.
Após a passagem por Kuala Lumpur, António Costa viaja no dia 28 de outubro para o Dubai, onde tem uma reunião marcada com o Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan.
Leia Também: António Costa nega que haja fadiga europeia face à Ucrânia