Désiré Doué bate Quenda, Mora e Froholdt e é o novo Golden Boy

A espera chegou ao fim. O jornal italiano Tuttosport condecorou, ao início da tarde desta terça-feira, o internacional francês Désiré Doué como o vencedor da edição de 2025 do Golden Boy, prémio que atribuiu anualmente àquele que é o melhor jogador sub-21 a atuar no futebol europeu.

 

O jogador de apenas 20 anos de idade vê, desta maneira, devidamente reconhecida aquela que foi uma temporada de sonho assinada ao serviço do Paris Saint-Germain, que culminou na conquista da Ligue 1, da Taça de França, da Supertaça de França e ainda da Liga dos Campeões, ao lado dos portugueses Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos.

O avançado superou, desta maneira, a concorrência dos 24 restantes finalistas, num lote no qual saltava à vista a presença dos portugueses Geovany Quenda (do Sporting) e Rodrigo Mora (do FC Porto), assim como a do dinamarquês Victor Froholdt (que também atua de dragão ao peito, desde o passado verão).

Para trás ficaram, ainda, Dean Huijsen, Arda Guler, Franco Mastantuono (trio do Real Madrid), Warren Zaire-Emery, Senny Mayulu (dupla do PSG), Myles Lewis-Skelly, Ethan Nwaneri (dupla do Arsenal), Lucas Bergvall, Archie Gray (dupla do Tottenham), Jorrel Hato, Estêvão (dupla do Chelsea), Pau Cubarsí (do Barcelona), Kenan Yildiz (da Juventus), Leny Yoro (do Manchester United), Nico O’Reilly (do Manchester City), Eliesse Ben Seghir (do Bayer Leverkusen), Mamadou Sarr (do Strasbourg), Jobe Bellingham (do Borussia Dortmund), Francesco Esposito (do Internazionale), Giovanni Leoni (do Liverpool) e Alekandar Stankovic (do Club Brugge).

Désiré Doué sucede, de resto, a Lamine Yamal, do Barcelona, na lista de vencedores de um troféu que Portugal só conquistou por duas vezes, ao longo da história, pelas mãos de Renato Sanches (em 2016) e João Félix (em 2019), ambos ao serviço do Benfica.

Luís Campos também faz a festa

A campanha de 2024/25 do Paris Saint-Germain valeu, ainda, um prémio individual ao português Luís Campos, conselheiro desportivo da direção liderada por Nasser Al-Khelaifi (que arrecadou o troféu para melhor presidente do ano), que a publicação reconheceu como melhor dirigente do mundo do futebol.

Leah Williamson (do Arsenal) a melhor jogadora, Michelle Agyemang (do Brighton) a melhor jovem promessa do futebol feminino, Francesco Esposito (do Internazionale) e Eva Schatzer (da Juventus) os mais promissora de Itália, e Ali Barat (responsável por gerir a carreira de jogadores como Nicolas Jackson, Noni Madueke ou Dean Huijsen) o melhor empresário.

Nem Diogo Jota foi esquecido

A terminar, o comité de lendas fez questão de condecorar Diogo Jota, internacional português do Liverpool que morreu no passado dia 3 de julho, na sequência de um acidente de viação, em Espanha, com o troféu de Golden Player do futebol masculino, em jeito de homenagem ao legado que deixou.

A publicação apontou o antigo avançado como “um exemplo para todos os jovens futebolistas que sonham tornar-se em grandes campeões”, fruto do trabalho levado a cabo, não só nos reds e na principal seleção nacional, mas também nas passagens por FC Porto, Paços de Ferreira, Atlético de Madrid e Wolverhampton.

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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