“Temos a capacidade financeira e, por isso, podemos evitar precipitarmo-nos numa transação. O plano é continuar com os nossos atuais 80%, diminuindo ao máximo o risco que temos em mãos”, afirmou Filipe Silva durante uma conferência telefónica (‘conference call’) com analistas sobre os resultados da petrolífera nos primeiros nove meses do ano.
Segundo referiu, a Galp tem “mantido negociações” com potenciais parceiros e possui “uma ‘shortlist’ de ‘players’ “muitíssimo credíveis que estão interessados na Namíbia”.
Contudo, enfatizou: “A altura certa para fazer uma parceria não será certamente antes de terminarmos, pelo menos, os próximos dois da campanha de quatro poços que planeámos. Por isso, esperaremos provavelmente até ao final de 2025, também para aprendermos com o que outros ‘players’ à nossa volta vão encontrar”.
Isto porque, segundo Filipe Silva, alguns dos potenciais parceiros “também estão, eles próprios, a escavar na região”.
“São tempos muito excitantes, com muita informação, e esta ainda não é a altura para nos comprometermos com alguém”, afirmou.
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