O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, disse em conferência de imprensa que a China “tomou nota do bom desenrolar das eleições na Geórgia”.
Lin afirmou que Pequim “deseja sinceramente estabilidade e prosperidade” à nação caucasiana.
“A China está disposta a trabalhar com a parte georgiana para impulsionar as relações entre os dois países”, acrescentou o porta-voz.
Na segunda-feira, os Estados Unidos exigiram que as autoridades georgianas investigassem alegadas irregularidades eleitorais.
De acordo com os dados oficiais, o partido Georgian Dream, liderado pelo primeiro-ministro Irakli Kobajidze, que, segundo a oposição, é próximo do Kremlin, venceu as eleições com mais de 53% dos votos.
Tanto a Presidente da Geórgia, a pró-europeia Salome Zurabizhvili, que está em desacordo com o primeiro-ministro, como os quatro blocos da oposição, rejeitaram os resultados.
As relações entre o governo georgiano e o Ocidente têm sido tensas desde a adoção, este ano, da Lei sobre a Transparência da Influência Estrangeira, que a oposição georgiana considera semelhante à que foi aprovada na Rússia para reprimir a sociedade civil.
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