Exército israelita bombardeia posto do Hezbollah no sul do Líbano

“As armas e os lança-foguetes nas instalações militares representavam uma ameaça para o Estado de Israel e constituíam uma violação flagrante dos acordos entre Israel e o Líbano”, destacou, em comunicado, o Exército israelita.

 

As forças israelitas indicaram que vão continuar a operar para impedir que o Hezbollah se rearme e ameace Israel.

A Agência Nacional de Notícias Libanesa (ANN) disse que as aeronaves israelitas lançaram ataques em diversas áreas, incluindo a colina Zaghraben na zona de Jabal Al Rayhan – Jezzine, bem como nas cidades de Yeter e Ziqin.

Segundo a agência, outras áreas atacadas incluem a cidade de Babliya e a zona de Marais, entre as cidades de Ansar e Al Zarariyeh.

O movimento xiita libanês Hezbollah começou a disparar foguetes através da fronteira com Israel em 08 de outubro de 2023, um dia depois do ataque liderado pelo grupo islamita palestiniano Hamas no sul de Israel que desencadeou a guerra em Gaza. Israel respondeu com bombardeamentos e ataques aéreos no Líbano e as duas partes entraram num conflito crescente que se transformou numa guerra total no final de setembro.

Mais de 4.000 pessoas foram mortas no Líbano e mais de um milhão foram deslocadas no auge do conflito, das quais mais de 100.000 não puderam regressar a casa. Do lado israelita, dezenas de pessoas foram mortas e cerca de 60.000 continuam deslocadas.

O acordo de cessar-fogo que interrompeu em novembro o conflito entre Israel e o Hezbollah estipula que as forças israelitas devem retirar-se do sul do território libanês, enquanto o movimento xiita deve manter-se afastado da fronteira entre os dois países e desmantelar as suas infraestruturas militares. No entanto, após o prazo estabelecido pelo acordo, Israel manteve-se em cinco posições que considera estratégicas no sul do Líbano.

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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