O príncipe André terá implorado aos seus empregados e amigos para que lhe “arranjassem raparigas” – de preferência bailarinas e loiras, revelou um biógrafo da realeza.
O duque de Sussex, que se vê envolvido num escândalo após terem sido revelados mais e-mails que este trocou com Jeffrey Epstein, chegou a exigir a toda a gente do seu círculo que encontrasse mulheres com as quais se pudesse envolver. Isto levou a que se envolvesse com pessoas que “nem sabia que eram prostitutas”, revelou Andrew Lownie, autor do livro ‘Entitled: The Rise and Fall of the House of York’.
Mesmo os seus seguranças pessoais, pagos com o dinheiro dos contribuintes britânicos, estiveram envolvidos, lê-se no livro em questão.
“Eles espiavam bailarinas atraentes na Royal Ballet (…) e depois convidavam-nas para conhecerem o príncipe. Outras variações incluíam enviar empregadas para convidar raparigas para a sua mesa [numa discoteca em Londres] ou para virem para a suíte do hotel”, diz Lownie.
O autor revelou também que os empregados de André pediam, com frequência, que mulheres atraentes fossem convidados para os eventos, com uma secretária privada que especificava: “Ele gosta de loiras”. Um dos membros do consulado chegou a responder: “Sou diplomata, não um chulo”.
O irmão do rei Carlos também ter-se-á aproveitado das ligações reais, ao ser patrono da English National Ballet. Um funcionário notou que André lhes foi “imposto”, após a morte da princesa Diana.
“O seu maior interesse era nas bailarinas e não no ballet propriamente”, escreveu Lownie na biogradia. “Quando ia lá insistia em escolher quem é que se sentaria no camarote real”, faz saber.
Virginia Guiffre, uma das alegadas vítimas de André, notou que foi obrigada a ter relações sexuais com o duque três vezes. Em abril deste ano, Guiffre morreu de suicídio, contudo, deixou uma biografia. Dias antes da publicação, o príncipe André anunciou que iria renunciar aos títulos reais.
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Se estiver a sofrer com alguma doença mental, tiver pensamentos autodestrutivos ou simplesmente necessitar de falar com alguém, deverá consultar um psiquiatra, psicólogo ou clínico geral. Poderá ainda contactar uma destas entidades (todos estes contactos garantem anonimato tanto a quem liga como a quem atende):
Atendimento psicossocial da Câmara Municipal de Lisboa
800 916 800 (24h/dia)
SOS Voz Amiga – Linha de apoio emocional e prevenção ao suicídio
800 100 441 (entre as 15h30 e 00h30, número gratuito)
213 544 545 – 912 802 669 – 963 524 660 (entre as 16h e as 00h00)
Conversa Amiga (entre as 15h e as 22h)
808 237 327 (entre as 15h e as 22h, número gratuito) | 210 027 159
SOS Estudante – Linha de apoio emocional e prevenção ao suicídio
239 484 020 – 915246060 – 969554545 (entre as 20h e a 1h)
Telefone da Esperança
222 080 707 (entre as 20h e as 23h)
Telefone da Amizade
228 323 535 | 222 080 707 (entre as 16h e as 23h)
Aconselhamento Psicológico do SNS 24 – No SNS24, o contacto é assumido por profissionais de saúde
808 24 24 24 selecionar depois opção 4 (24h/dia)
Linha Nacional de Prevenção do Suicídio e Apoio Psicológico (24h/dia)
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A reaparição do rei Carlos III após irmão André renunciar a títulos reais
Apesar do escândalo em que o irmão, o príncipe André, se vê envolvido neste momento, o rei Carlos III manteve a agenda habitual de compromissos oficiais, tendo visitado uma sinagoga em Manchester esta segunda-feira, dia 20.
Mariline Direito Rodrigues | 08:30 – 21/10/2025