“Depende dos deputados, cada um dos quais tem uma responsabilidade perante o povo francês”, disse Michel Barnier numa entrevista televisiva em direto da sua residência no Hôtel Matignon.
O chefe do executivo advertiu que “os interesses do país estão em jogo”, admitindo uma “situação frágil e efémera” do seu governo minoritário.
Sem o suporte necessário na Assembleia Nacional francesa, Barnier aprovou na segunda-feira o orçamento da Segurança Social através do artigo 49.3, que permite a aprovação sem votação, o que originou as duas moções de censura por parte da oposição.
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