Cerca das 09:20 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,23% para 575,69 pontos.
As bolsas de Londres, Madrid e Milão subiam 0,04%, 0,18% e 0,09%, respetivamente, enquanto as de Paris e Frankfurt se desvalorizavam 0,01% e 0,24%.
A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura e o principal índice, o PSI, descia 0,73% para 8.291,18 pontos, depois de ter fechado num novo máximo desde janeiro de 2010, de 8.369,58 pontos, em 24 de outubro.
O mercado está atento às decisões da Fed (Reserva Federal dos EUA), que previsivelmente reduzirá as taxas de juros em um quarto de ponto, para a faixa de 3,75% a 4%, e do BCE, na quinta-feira, que provavelmente as manterá novamente em 2%.
Na Ásia, o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, caiu hoje 0,58% devido à realização de lucros após o encerramento em máximos de segunda-feira, quando o indicador superou pela primeira vez a barreira dos 50.000 pontos.
Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai, o SSE Composite, atingiu hoje máximos da última década ao superar brevemente a barreira psicológica dos 4.000 pontos pela primeira vez desde agosto de 2015, sustentado pelo “acordo preliminar” alcançado na Malásia entre a China e os Estados Unidos.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, criticou hoje, em Kuala Lumpur, as “tarifas desproporcionadas” que atingem os países da Ásia, antes da reunião esperada para quinta-feira entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que está em Tóquio, e o chinês, Xi Jinping, na Coreia do Sul.
Nos EUA, a bolsa de Nova Iorque, depois de voltar a registar máximos nos três principais indicadores na segunda-feira, impulsionada pelo acordo comercial “preliminar” alcançado entre os EUA e a China no último fim de semana, os futuros avançam com um comportamento praticamente plano tanto no Dow Jones, como no S&P 500 e no Nasdaq.
O Dow Jones terminou na segunda-feira a subir 0,71% para 47.544,59 pontos, um novo máximo desde que foi criado em 1896.
O Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a avançar 1,86% e também para um novo máximo de sempre, de 23.637,46 pontos.
O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a descer 2,15% com a onça a ser negociada a 3.920,48 dólares, contra o novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro. A onça de ouro estava hoje abaixo de 4.000 dólares depois de ter terminado em 13 sessões acima desta barreira.
Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a cair para 64,78 dólares, contra 65,62 dólares na segunda-feira.
No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha baixavam para 2,605%, contra 2,615%, bem como os de França, para 3,411%, contra 3,415% na segunda-feira e o máximo de 3,600% em 25 de setembro.
O euro avançava para 1,1653 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1638 dólares na segunda-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro.
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