Em quantos destes mitos sobre a saúde oral acredita? Tire as dúvidas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou, esta quinta-feira, uma mensagem no Facebook onde desmistifica alguns dos mitos sobre a saúde oral. Em quantos destes acredita? Tire as suas dúvidas. 

 

“Quanto maior a quantidade de pasta dentífrica colocada na escova de dentes, melhor será a qualidade da lavagem?” Acredita? Então fique a saber que é mito: “Uma quantidade de pasta equivalente a uma ervilha é o suficiente para garantir o fornecimento de flúor durante a escovagem”, explica a DGS.

E será que “escovar os dentes com mais força ajuda a garantir uma limpeza mais eficaz?” É o mito número dois: A DGS adianta que “devemos escovar com movimentos repetidos e suaves, utilizando uma escova macia, de forma a não traumatizar a gengiva”. 

E seguimos para o mito número 3. “O flúor pode ser prejudicial para a saúde?” A Direção-Geral da Saúde vinca que, “desde que utilizado em doses seguras, o flúor presente em pastas dentífricas ajuda a prevenir cáries, protegendo os dentes contra ácidos nocivos e favorecendo o esmalte”. 

E sobre o mau hálito? Este “está sempre relacionado com um problema no estômago?” Trata-se de outro mito. “Apesar de poderem estar relacionadas com o estômago, na sua maioria, as causas do mau hálito devem-se a problemas de saúde oral: placa bacteriana, gengivas inflamadas, cáries, infeções, falta de escovagem da língua, entre outros”, clarifica-se. 

Por fim, as cáries. Podem estas “ter origem genética?” Também é mito: “A genética não tem influência direta, no entanto, fatores como dentes desalinhados ou a forma dos dentes podem contribuir para o aparecimento de cáries, por dificultar a sua limpeza”. 

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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