Funcionários de associações de pais substituem trabalhadores em greve

“Esta situação já aconteceu no passado e é ilegal. Até já houve uma circular da Inspeção Geral da Educação a dizer que não podem fazer isso”, afirmou Helder Sá, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Estado, das Autarquias e de Entidades Com Fins Públicos e Sociais (STMO).

 

“Já confirmámos na Escola Básica do Arneiro, concelho de Cascais, que estavam funcionários da associação de pais a tomar das conta crianças”, precisou, indicando que estas situações se verificam mais ao nível do ensino básico.

A adesão à greve nas escolas regista “uma adesão elevada”, porque os trabalhadores “querem melhores condições de trabalho”, acrescentou a mesma fonte, indicando que está a ser feita uma ronda para recolher mais dados, nomeadamente na área de Sintra e de Lisboa.

A greve abrange o pessoal não docente e decorre em simultâneo com outra paralisação decretada para o setor da saúde por outro sindicato (STTS).

As ações paralisações deverão ter impacto em vários serviços.

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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