Margarida Balseiro Lopes falava no encerramento do debate na generalidade da proposta do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) no parlamento, em nome do Governo.
“Há algo que hoje é inegável: Portugal está melhor, Portugal está hoje melhor do que estava há um ano e meio. E não o afirmamos por mera convicção ou retórica política, afirmamos porque é factual”, defendeu, referindo-se à governação PSD/CDS-PP iniciada em abril de 2024.
A ministra considerou que “os resultados estão à vista de todos” nos indicadores económicos, no crescimento do emprego, na valorização dos salários ou na redução da dívida pública.
“Tudo isto traduz uma realidade concreta: a de um país que recuperou a confiança, a estabilidade e a esperança”, disse.
Poucos minutos antes de o documento ser viabilizado na generalidade com a abstenção do PS, a ministra referiu-se, sem nomear o partido, a uma das principais reivindicações dos socialistas para a fase da especialidade: um aumento permanente das pensões mais baixas.
“Para que fique claro: este Orçamento faz um aumento permanente de todas as pensões. Repito: de todas as pensões”, afirmou Balseiro Lopes, numa referência ao cumprimento da fórmula legal em vigor.
Segundo a ministra, “o maior aumento será para as pensões até 1.045 euros, o que corresponde a 90% das pensões pagas em Portugal.
“Os pensionistas sabem que podem confiar no Governo”, disse, salientando que o executivo liderado por Luís Montenegro faz, em 2026, o terceiro aumento sucessivo do Complemento Solidário para Idosos em mais 40 euros.
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