HaHaArt Film Fest exibe 70 filmes de comédia em Pombal durante 5 dias 

Entre curtas e longas-metragens, são sete dezenas de filmes a projetar no Teatro-Cine de Pombal, 34 dos quais são provenientes de 17 países e estão selecionados para a competição oficial. Nove são de realizadores portugueses.

 

Segundo o Cineclube de Pombal (CCP), que organiza o HaHaArt Film Fest, a seleção “é um reflexo da vitalidade e diversidade que caracteriza o humor contemporâneo”, revelando “o crescente interesse pela comédia como campo fértil para a criação cinematográfica”.

Entre filmes a concurso e outros que passam em secções temáticas, infantis e especiais, o festival propõe “um olhar abrangente sobre o género, desafiando convenções, provocando o riso e refletindo sobre o presente através de linguagens visuais e narrativas que cruzam o popular e o experimental”, salienta o CCP em comunicado.

À quarta edição, o festival de Pombal assume um duplo papel de “celebração e questionamento”, projetando o riso como “ponto de partida para descobrir novas histórias, novas vozes e novos mundos”.

Entre as novidades para este ano, destaque para a secção especial “Midnight madness” (em português, “Loucura da meia-noite”), agendada para a madrugada de sábado: serão exibidos “os filmes mais ousados, desafiadores e desconcertantes da edição”, para maiores de 18 anos.

“Uma sessão onde o inesperado é a regra, para os mais corajosos da noite”, promete-se.

Outra novidade é uma secção dedicada aos Açores: Na tarde de domingo, há “um olhar especial sobre o sub-subgénero ‘Azoresploitation’ – uma abordagem cómica aos Açores e às suas representações culturais”. 

Em Pombal são mostrados filmes de Francisco Lacerda, Emanuel Macedo e Diogo Lima e depois há conversa com os realizadores.

A programação completa-se com cine-debate sobre comédia contemporânea, ‘masterclass’ dedicada ao género, filmes para famílias e crianças e sessão especial Planos, entre outras atividades. 

A abrir o HaHaArt, é exibido na quinta-feira à noite “Magic farm”, de Amalia Ulman, em estreia nacional e extra competição. Com Chloë Sevigny como protagonista, “cruza humor negro, crítica social e ternura surrealista numa fábula moderna passada num universo rural tão absurdo quanto reconhecível – um filme tão inquietante quanto cativante”, descreve o CCP.

Para o encerramento, no domingo à noite, a organização reservou a primeira longa-metragem do espanhol Enrique Buleo, “Bodegón con fantasmas”. É uma tragicomédia com “humor seco, estética kitsch e ecos de realismo mágico pós-televisivo”.

Os filmes premiados são exibidos em sessão especial na noite de segunda-feira.

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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