A ativista contra a opressão das mulheres pelo regime teocrático no poder em Teerão desde a Revolução Islâmica, em 1979, “reivindica o direito a fazer um telefonema”, a “ter acesso aos advogados no Irão” e a receber visitas, disse a advogada, Chirinne Ardakani, a partir de Paris.
A última chamada telefónica com a família data de 14 de dezembro e esta foi informada da greve de fome que iniciou por um prisioneiro recentemente libertado, precisou a jurista.
[Notícia em atualização]
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