Jornalista Nobel da Paz 2023 inicia greve de fome na prisão

A ativista contra a opressão das mulheres pelo regime teocrático no poder em Teerão desde a Revolução Islâmica, em 1979, “reivindica o direito a fazer um telefonema”, a “ter acesso aos advogados no Irão” e a receber visitas, disse a advogada, Chirinne Ardakani, a partir de Paris.

 

A última chamada telefónica com a família data de 14 de dezembro e esta foi informada da greve de fome que iniciou por um prisioneiro recentemente libertado, precisou a jurista.

[Notícia em atualização]

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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