A margem financeira (a diferença entre os juros cobrados no crédito e juros pagos nos depósitos) desceu 11% para 636,2 milhões de euros, devido sobretudo à diminuição das taxas de juro.
Na apresentação dos resultados aos jornalistas, em Lisboa, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, disse que, apesar do contexto de incerteza (desde logo internacional), o banco mantém uma perspetiva “positiva de ter um resultado expressivo em 2025”.
[Notícia em atualização]
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