Ministra pede à IGAS avaliação de caso de recusa de socorro em Évora

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, pediu à  Inspeção-Geral das Atividade em Saúde (IGAS) uma avaliação do caso da alegada recusa de socorro do hospital de Évora a um homem que se sentiu mal a poucos metros da urgência daquela unidade hospitalar, confirmou o Notícias ao Minuto junto de fonte do Ministério da Saúde. 

 

“A ministra pediu de imediato à Inspeção-Geral das Atividade em Saúde (IGAS) uma avaliação do caso”, confirmou a tutela.

Em causa, recorde-se, está uma notícia divulgada pela SIC, na terça-feira, a dar conta da alegada recusa de socorro do hospital de Évora a um homem que se sentiu mal e caiu durante a manhã a poucos metros da urgência.

Segundo o canal televisivo, as pessoas que passavam na rua pediram auxílio ao hospital, que estava a cerca de 20 metros de distância, mas foi-lhes respondido que teriam de ligar para o número de emergência 112.

A ambulância chegou ao local 20 minutos depois, fazendo o transporte do homem até à urgência hospitalar, situada do outro lado da rua. De acordo com a SIC, o homem terá tido um princípio de acidente vascular cerebral (AVC).

A Lusa questionou a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), que gere o hospital de Évora, sobre o caso, mas não obteve resposta.

Após o sucedido, o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, eleito pela CDU, anunciou que ia esclarecimentos ao hospital da cidade sobre o caso. 

Recusa de socorro perto da urgência? Autarca de Évora quer esclarecimento

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O presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, eleito pela CDU, vai pedir esclarecimentos ao hospital da cidade após ter sido alegadamente negado socorro a homem que se sentiu mal perto da unidade hospitalar.

Lusa | 16:27 – 18/02/2025

[Notícia atualizada às 14h06]

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Fonte: www.noticiasaominuto.com

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