Análise à partida: “São três pontos muito importantes, precisávamos desesperadamente de pontos para olhar para cima e não para o Braga e o Gil Vicente. É lógico. foi aquilo que nós conseguimos, na minha opinião, com todo o mérito. O jogo podia ter sido, obviamente, diferente, houve momentos do jogo que podiam ter criado um jogo diferente, mas pronto, eu acho que é muito difícil marcar grandes penalidades a favor do Benfica. Depois o Trubin tem aquela infelicidade que acaba por abrir o jogo. Depois o Santa Clara sempre motivado, sempre a trabalhar, sempre à procura de não sofrer mais golos, que acabassem com o jogo e de poder chegar aos minutos finais onde às vezes conseguem pontos um bocadinho contra o contexto do jogo. Mas defendemos bem, sobretudo num campo difícil.”
Relvado penoso: “Não tem a ver com água, chuva ou vento, tem a ver com o campo. Os próprios jogadores do Santa Clara lamentam este campo, não tiram vantagem nenhuma. Fiquei surpreendido que a responsabilidade do Santa Clara é nula, está sob alçada do governo regional. Não sou como o Petit, não volto a jogar aqui este ano, mas fazia um apelo porque um campinho melhor merecem.”
Escolha de Tomás Araújo: “Sabíamos que em condições normais o ala do Santa Clara seria sempre muito rápido, e para jogadores muito rápidos, laterais muito rápidos. O Tomás é muito rápido. Mais que o António. Há confiança total no Banjaqui, mas o miúdo neste jogo fora dificílimo e apostei no Tomás. Mais um homem poderoso a atacar e a defender podia ajudar-nos.”
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