O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu, esta sexta-feira, que o “Orçamento que o Governo está a cozinhar é um Orçamento que não dá resposta” ao problema dos salários, das pensões e da habitação, mas refere que vê no Presidente da República “grande confiança” em como o documento vai ser aprovado.
“Aquilo que vejo no sr. Presidente é uma grande confiança de que o Orçamento vai ser aprovado e o sr. Presidente lá terá informações que eu não tenho para ter essa confiança toda”, afirmou, à margem da abertura da 48.ª ‘Festa do Avante’, na Quinta da Atalaia, no Seixal.
Sobre a ronda de reuniões marcadas para terça-feira entre Governo e partidos sobre o Orçamento do Estado para 2025, Paulo Raimundo informou os jornalistas de que não estará presente, mas fez saber que o PCP se fará representar.
“O PCP propôs o aumento extraordinário das reformas – 70 euros no mínimo – e o PSD chumbou e o PS já tinha chumbado”, lembrou. “O PCP propõe o aumento do salário mínimo para os mil euros, agora, e o PSD não quer nem ouvir falar nisso.”
[Notícia em atualização]
Leia Também: BE propõe fim das propinas em licenciaturas e mestrados integrados