A universidade concordou em seguir os critérios anti-discriminação do governo, destacando que o estabelecimento está ser investigado pelo Governo norte-americano.
O Departamento de Justiça dos EUA começou a investigar os processos de admissão e de ajuda financeira no campus de Charlottesville em abril.
As autoridades federais acusaram o presidente da universidade de não pôr fim às práticas de diversidade, equidade e inclusão que o Presidente dos EUA, Donald Trump, classificou como discriminação ilegal.
Com o acordo, a cada trimestre, a universidade deve fornecer dados relevantes que demonstrem a conformidade, certificados pessoalmente pelo seu presidente interino, Paul Mahoney.
Segundo Mahoney, o acordo preserva a liberdade académica da universidade, destacando que vão ser realizadas apenas as comunicações trimestrais com o Departamento de Justiça dos EUA.
Desde que iniciou o segundo mandato presidencial (2025-2029), a 20 de janeiro, Trump tem tentado impor mudanças nas universidades que, segundo ele, se tornaram focos de liberalismo e antissemitismo.
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