Este ano, os candidatos finalistas são os jornalistas presos Andrzej Poczobut, da Bielorrússia, e Mzia Amaglobeli, da Geórgia, os jornalistas e trabalhadores da ajuda humanitária na Palestina e em todas as zonas de conflito e os estudantes sérvios que iniciaram protestos a nível nacional contra o Governo de Belgrado.
A decisão é tomada pela Conferência dos Presidentes, que inclui a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, e os líderes dos oito grupos políticos representados no hemiciclo.
O Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, batizado em homenagem ao físico e dissidente político soviético Andrei Sakharov, é o maior prémio de direitos humanos da União Europeia (UE), com o valor pecuniário de 50 mil euros.
Atribuído pelo Parlamento Europeu a indivíduos ou organizações todos os anos desde 1988, visa reconhecer o trabalho em prol da defesa dos direitos humanos e dos direitos fundamentais, em particular a liberdade de expressão, a salvaguarda dos direitos das minorias, o respeito pelo Direito internacional, o desenvolvimento da democracia e a defesa do Estado de Direito.
Vários laureados, incluindo Nelson Mandela, Malala Yousafzai, Denis Mukwege e Nadia Murad, viriam a vencer o prémio Nobel da Paz.
Em 2024, o galardão europeu foi atribuído aos opositores venezuelanos María Corina Machado e Edmundo González Urrutia, destacando na ocasião a sua “corajosa luta pela liberdade e democracia”.
No passado dia 10 de outubro, o Comité Nobel norueguês decidiu atribuir o Nobel da Paz 2025 à líder opositora venezuelana María Corina Machado.
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